Pratico e Rapido

Sem enrrolação, direto ao assunto, aqui você vai encontrar dicas,
novidades,noticias e tudo que vai te ajudar no dia-a-dia na cidade, guias
e programações ciclísticas, textos rápidos e precisos.





Quantos estão vendo vendo comigo?

Pedaladas noturnas

Nada melhor do que pedalar de noite, bicicleta alem de transporte é um lazer muito bom,  clicando nesse link você vai ver grupos que fazem pedaladas noturnas, não precisa ser profissional, apenas ter sua bicicleta, papo e os aparatos de segurança, como pisca pisca e capacete, é bom para pegar o ritmo de ciclistas mais assíduos, compareça as reuniões, convide amigos.

A Bicicletada Paulistana

A bicicletada acontece na ultima sexta do mês.

Para participar, a única obrigatoriedade é comparecer no ponto de encontro com um meio de transporte não motorizado. Pode ser Bicicleta, Patins, Skate ou até mesmo com seus próprios pés.
Não tem bicicleta ou não sabe pedalar?... sem problemas. Apareça o quanto antes na praça do ciclista ou entre em contato através dos links abaixo e veja como fazer para pegar uma bicicleta emprestada.

LOCAL:
O mesmo de sempre, Praça do Ciclista, que fica no canteiro central da Avenida Paulista, entre as ruas da Consolação e Bela Cintra.

HORÁRIO:
O mesmo de sempre, concentração a partir das 18:00 e saída às 20:00.

TRAJETO:
Como sempre, decidido na hora, mas sempre um trajeto que seja possível para toda a massa.

Apareça e confira. Em caso de chuva, a Bicicletada está automaticamente CONFIRMADA, pois quem pedala sabe que depois da tempestade vem o ar limpo, pelo menos por algumas horas.


O que é NÃO é legal fazer durante a Bicicletada:

--Insultar verbalmente e ou agredir pedestres, motoristas, passageiros de coletivos e pessoas nos bares, mesmo se eles provocarem
--Provocar as mulheres na rua. Tanto elas como as mulheres da bicicletada podem se sentir ofendidas
--Andar com a bicicleta nas calçadas
--Correr na frente para bloquear o tráfego antes da massa chegar
--Andar na contra-mão
--Esquecer de sorrir, acenar e falar com outras pessoas
--Imaginar que você é moralmente superior só porque está pedalando uma bicicleta
--Abster-se de dizer aos companheiros o que você acha do seu comportamento, seja bom ou ruim. Converse com os outros!
--Interromper desnecessariamente acessos que não serão utilizados pelo passeio
--Usar pistas que não são necessárias. Se houver múltiplas faixas, vamos liberar algumas para os veículos mais rápidos.
--Esquecer que todos somos responsáveis por fazer a massa crítica que nós queremos.

O que é legal fazer durante a Bicicletada:

>>Fantasiar-se para chamar a atenção e alegrar o movimento
>>Distribuir panfletos aos pedestres e motoristas explicando porque estamos ali.
>>Conversar com o ciclista do lado, fazer amigos e se divertir
>>Cuidar da segurança de todos
>>Abordar amigavelmente aqueles que estão desrespeitando os pedestres e motoristas
>>Distribuir flores e conversar com outras pessoas, passageiros de ônibus e motoristas
>>Convidar as pessoas a se juntarem a nós na próxima vez
>>Liberar pistas para que veículos e ônibus presos atrás da massa possam passar. Se queremos respeito, também temos que compartilhar.
>>Diminuir a marcha regularmente se você estiver na frente (não importa o quão devagar você acha que está pedalando, lacunas estarão se abrindo atrás de você)
>>Parar no semáforo vermelho quando estiver na frente para permitir que o resto da massa se junte a você
>>Continuar pedalando no semáforo vermelho se a massa já estiver atravessando o cruzamento, pois ficar juntos é mais seguro e previsto por lei
>>Preencher lacunas; massa crítica depende da densidade de bicicleta em relação ao automóvel
>>Lembrar-se que o prazer e o convívio são mais subversivos do que a raiva e provocação.

Trancando a bike com segurança

Como não temos muitos paraciclos, nem bicicletários pela cidade o jeito é amarrá-las em postes, arvores e afins, porem muitos acham que colocando apenas uma correntinha fina a bicicleta já esta segura, grande engano, com um alicate é possível contar diferentes tipos de cabos, principalmente os de aço mais fino, no link a seguir você vai encontrar um vídeo de 5 minutinhos para aperfeiçoar a segurança de sua magrela. Clique aqui para ver o video

Pedalando na chuva

Nem todo mundo consegue sair com a bicicleta quando está chovendo. O desconforto parece tão grande que muita gente acaba deixando a bicicleta em casa – ainda que isso implique em perder um tempão a mais no congestionamento ou aguentar o aperto no transporte público, situações que pioram em dias assim. Pensando nisso, o Vá de Bike reuniu boas dicas para te ajudar a manter a liberdade até debaixo d’água.
1 - Perca o medo da água:
Quem vive na cidade aprende desde cedo a se esconder da água que cai do céu, seja debaixo de um guarda-chuva, dentro de uma casa ou dentro de um carro. Aliás, o carro é usado muitas vezes como um guarda-chuva caro e espaçoso: fechou o tempo e pronto, lá vamos nós dirigindo até a esquina de baixo…
Mas calma, você não precisa criar uma paixão repentina por banhos de chuva!  Também não precisa passar o dia trabalhando com a roupa molhada, nem precisa pegar um resfriado. E é aí que entram as nossas dicas. Claro que se você perceber que será uma chuva rápida, vale a pena esperar 10 ou 15 minutos debaixo de alguma cobertura, mas nem sempre isso é possível ou previsível. Uma hora você vai ter que encarar uns pingos.O primeiro passo para conseguir encarar a chuva é compreender que ela é parte da vida. É fundamental para a produção de alimentos, para a sobrevivência de animais e plantas, para regular a temperatura do ar e até para limpar um pouco a poluição de nossas cidades. Aceite-a como um presente da natureza, como parte essencial do que somos e de quanto caminhamos como espécie para chegar aqui. Chuva é vida.
2  - Tenha uma boa capa
A melhor solução é usar uma capa de chuva mesmo, de preferência do tipo poncho, que cobrirá todo seu tronco, cabeça e boa parte das pernas. Existem capas específicas para o uso com bicicleta, com tecido leve e aberturas estratégicas para permitir que o calor do corpo escape e a transpiração evapore.Ao pensar em usar a bicicleta na chuva, muita gente pensa logo nas roupas que os motociclistas usam. Entretanto, apesar de eficientes para impedir a entrada da água e do frio, são bastante inadequadas para o uso com bicicleta, pois bloqueiam a saída do calor do corpo e da transpiração. Pra piorar, limitam os movimentos.
A solução mais barata, e nem por isso menos eficiente, são aquelas capas de chuva transparentes e descartáveis que são vendidas até em bancas de jornal. Dobrando com cuidado depois de seca, você consegue usar mais de uma vez. Outra opção é você mesmo fazer a sua capa – veja aqui.
3 - Instale paralamas
Paralamas são importantíssimos. A chuva que cai do céu é limpa, mas a água que o pneu tira do chão e joga para cima é bastante suja, seja por terra e poeira ou por causa do óleo que cai do motor dos carros. Sem paralamas, essa água vai direto no seu rosto e nas suas costas.
Quanto mais “envolvente” for o paralama, melhor. Mas como as bicicletas nacionais raramente têm suporte adequado para a instalação, é preciso recorrer a modelos que prendam no canote e embaixo do garfo. Se você tem bagageiro, é altamente recomendável colocar um paralama por baixo dele, senão é a sua bagagem que vai conter a sujeira do asfalto…
4 -  Ensaque tudo dentro da bolsa ou mochila
Coloque tudo dentro de sacos plásticos, sempre. Depois que uma chuva forte te pegar de surpresa, você vai passar a guardar tudo dentro de sacos plásticos, mesmo que esteja fazendo o maior sol. Nada mais frustrante que chegar ao destino esperando vestir a roupa seca da mochila e ela estar toda molhada.
Não corra o risco de estragar seu celular, smartphone, tablet, etc. com a água da chuva: guarde os eletrônicos numa sacola plástica e coloque dentro da mochila ou alforge.
Se você tem um bagageiro, coloque a mochila toda dentro de uma sacola plástica grande antes de prendê-la.
5 - Mantenha os pés secos
Uma alternativa barata e bastante eficiente (ainda que tenha um visual nada elegante) é envolver os pés com sacolinhas plásticas, daquelas de supermercado. Mas atenção: é importante manter as meias dentro da proteção da sacola também, para que a água da chuva não infiltre por elas! É recomendável o uso de duas sacolas em cada pé, uma por cima da outra. Veja o passo a passo com fotos feito pelo nosso amigo Wadilson.
Há um acessório vendido em outros países com o nome de overshoes, uma cobertura impermeável para cobrir o calçado. Funciona muito bem, mas é quase impossível de se encontrar no Brasil. Há também a opção de usar um calçado que você não se importe em molhar, levando outro protegido na mochila, para trocar quando chegar ao destino.
Também é possível pedalar com um chinelo, papete ou sandália. Mas tome cuidado para que o pé não escorregue do pedal durante a pedalada, ou ao apoiá-lo no chão quando você parar a bicicleta.
Se ainda assim seu sapato ou tênis molhar no caminho, forre-o com papel toalha quando chegar ao destino e calce com o pé sobre essa camada. Troque o papel absorvente a cada meia hora no máximo e logo estará seco, sem você precisar ficar descalço.
6 - Use luvas
Luvas já são recomendáveis em situações normais, por protegerem as mãos em caso de queda e por evitar irritação na pele, que fica em atrito constante com a manopla. Em dias de chuva, tornam-se ainda mais úteis, para que suas mãos não escorreguem no guidão.
Quanto ao tipo de luva, depende se está frio ou calor: no frio, é melhor usar as de dedo fechado, para que a mão não enrijeça. O importante é que seja um modelo em que a mão não escorregue na manopla, por isso é bom comprar luvas próprias para ciclismo.
7 - Controle a transpiração
Debaixo da capa de chuva, a transpiração vai evaporar bem menos e tornar-se mais visível. Para não ficar mais molhado por dentro da capa do que por fora, pedale mais devagar, respire com calma e faça mais paradas. E não esqueça de tomar água, que se estiver gelada ajudará a resfriar seu “motor”.
8 - Leve uma roupa extra
Por mais que você se proteja, pode ser que sua roupa molhe um pouco. Principalmente a calça, que pode até sujar com a água da rua. Por isso é importante levar uma muda de roupa, mesmo que apenas para uma eventualidade.
Se você tem uma gaveta no escritório, deixe nela calça, camiseta ou camisa e um par de meias. Senão, leve tudo numa sacola, dentro da mochila.
Uma opção é usar uma roupa mais leve para pedalar, que possa molhar e até mesmo sujar, e levar a roupa limpa na mochila ou alforge, protegida dentro de um saco plástico. Se você colocar as roupas dentro de uma pasta de plástico, daquelas mais altas, não irão amassar.
9 - Troque-se ao chegar
Quando chegar ao destino, é importante trocar logo todas as peças de roupa que ficaram molhadas (ou improvisar um jeito de secá-las, usando por exemplo o papel toalha do banheiro).
Vale lembrar que não é tomar chuva que pode te deixar doente: é ficar com o corpo gelado por causa da roupa molhada, depois que passar o calor da pedalada. Principalmente se você estiver em um ambiente com ar condicionado.
Cuidado para não pisar nas poças ao parar a bicicleta. Além de se molhar, você pode torcer o pé em algum buraco escondido pela água. 
Cuidado para não pisar nas poças ao parar a bicicleta. Além de se molhar, você pode torcer o pé em algum buraco escondido pela água. 
10 - Fique atento nas ruas
Tome cuidado para não escorregar, principalmente logo que começa a chover. O óleo que cai dos carros se mistura com a água e o chão fica escorregadio. Atenção extra nas descidas, não deixe a bicicleta pegar muita velocidade para não precisar frear bruscamente.

As faixas de pedestres e outras sinalizações de solo também ficam escorregadias na chuva. Evite frear em cima delas. Grelhas e tampas de bueiro também podem escorregar. E aquelas chapas lisas de metal, usadas para cobrir reformas e buracos no asfalto, viram um sabão quando chove, muito cuidado!
Se não tiver como desviar de algum desses pontos de risco, mantenha a bicicleta “imóvel” enquanto estiver passando por cima, seguindo em linha reta sem virar o guidão nem mudar o centro de gravidade. E em hipótese nenhuma freie, deixe para depois que os pneus voltarem ao asfalto.
Evite passar por locais onde há acumulo de água que não lhe permita ver o que há no asfalto. Pode haver um buraco ou uma tampa de bueiro aberta!
Não se arrisque a pedalar em áreas alagadas, você pode se machucar e contrair doenças.
Durante chuvas fortes, a visibilidade dos motoristas cai muito e você vai enxergar muito melhor que eles. Parta sempre do princípio de que o motorista não o viu e pode entrar na sua frente sem aviso. Acenda as luzes da bicicleta, mesmo de dia, e evite avenidas movimentadas.
A primeira vez
A primeira chuva a gente nunca esquece, principalmente quando ela nos pega de surpresa. E a primeira tempestade vencida é uma libertação. Você percebe que as condições do tempo não mais lhe impedem de escolher a bicicleta, mesmo em dias improváveis.
Pedalar na chuva tem gosto de molecagem que a mãe não deixa fazer, de transgressão lúdica de uma regra boba dos adultos, de ser dono do próprio nariz e fazer o que bem entende. É a última barreira vencida.

Ciclorede Butantã


Mais uma Ciclovia chegando!

Nova ciclovia na Av. Eliseu de Almeida, desde de 2004 esta apenas no papel, mas finalmente saiu, essa conquista mostra que se a sociedade mostrar que tem interesse pela bicicleta e se unir pressionando a prefeitura iremos conseguir muito, a ciclocidade (Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo) entregou uma carta ao secretario adjunto para ressaltar a urgência de implantação da ciclovia a de “garantir medidas de urgência, como a sinalização vertical e horizontal de trânsito compartilhado e campanhas educativas concentradas no local, bem como fiscalização de infrações”.

Segue abaixo a carta na integra: 

" Considerada estratégica para a mobilidade de São Paulo, a área que abrange a subprefeitura do Butantã, é acessada diariamente por milhares de pessoas em trânsito, vindas de Taboão da Serra e Osasco, além de bairros como o Campo Limpo. Concentra, em algumas de suas particularidades, 5 importantes alças de acesso (pontes) à cidade; o campus da mais importante universidade do País; o Instituto Butantã, um dos maiores centros de pesquisa em biomédica do mundo; uma linha do metrô e, por conta da divisa com a Marginal do Rio Pinheiros, acolhe uma das mais movimentadas linhas férreas paulistanas. Não só, mas também por conta disso, há um grande número de pessoas que utilizam as vias da região para se locomover por bicicletas, fugindo dos intensos e estressantes congestionamentos.
A construção do trecho apresentado hoje ao secretário Jilmar Tatto significa, para os ciclistas da região, entre outras coisas, um importante primeiro passo do poder público para garantir a mobilidade por meio da implantação da estrutura cicloviária adequada à demanda real e potencial existente.
Gostaríamos de destacar publicamente, porém, que esse trecho não significa a totalidade da obra cicloviária para a Avenida Eliseu de Almeida e, também, que ainda não sabemos como e quando acontecerão as etapas de sinalização do trajeto, garantindo a segurança dos ciclistas e motoristas que utilizam as vias do Butantã.
O executivo municipal insiste em fazer obras e ações destinadas à bicicleta com pouca abrangência e baixa qualidade, sem consulta à população interessada. Recentemente, por exemplo, em um pequeno trecho da Avenida Politécnica, foi implantada estrutura semelhante à uma ciclovia, embora não fique muito claro seu objetivo, uma vez que não há nenhuma sinalização e funcionalidade.
Quem hoje circula desavisado pela até então inóspita Avenida Eliseu de Almeida custa a acreditar que a paisagem de antes não continha o movimento e a fluidez das pessoas.
Antiga demanda local, o trecho entregue a população não só fez crescer o número de ciclistas nas ruas, aliviando o transito local, como aumentar as vendas em estabelecimentos comerciais que margeiam a ciclovia, como padarias e farmácias.
A aposta nas bicicletas, como se sabe, é uma das ferramentas mais inteligentes para alinhar ganhos sociais e econômicos à gestão de uma grande cidade.
Sabemos que a utilização da bicicleta contribui para a redução de congestionamentos, da emissão de gases poluentes e promove a saúde dos cidadãos de grandes centros urbanos, gerando importantes economias, como comprovado por pesquisas e estudos amplamente reconhecidos. Acreditamos que a priorização da bicicleta como modal de transporte é um passo necessário para a melhoria da qualidade de vida na cidade. Acreditamos ainda que a participação da sociedade é uma condição básica para as políticas públicas, incluindo as de mobilidade urbana. Para isso é preciso visão e vontade política.
Temos convicção que nosso desejo de segurança e conforto reflete não apenas uma demanda importante dos moradores e trabalhadores do Butantã e de bairros e cidades próximas, como está plenamente justificada por leis, documentos oficiais e pelo bom entendimento das políticas públicas de mobilidade urbana.
A partir do que foi apontado acima, apresentamos aqui um conjunto de questionamentos e demandas, produzidos a partir de ampla articulação local:
- A implantação de ciclovia em apenas um trecho da Avenida Eliseu até a Rua Santa Albina deve ser vista apenas como uma etapa, insuficiente para dar conta da demanda local, devendo ser prevista a continuidade da obra ao longo de todo eixo em curto prazo.
- Enquanto não for implantada a ciclovia em toda sua extensão, o poder público deve garantir medidas de urgência, como a sinalização vertical e horizontal de trânsito compartilhado e campanhas educativas concentradas no local, bem como fiscalização de infrações. As medidas paliativas, no entanto, não devem ser tomadas como permanentes e, ao longo de todo processo, deve haver transparência em relação as etapas da realização do projeto para a região e maior divulgação de informações para monitoramento do cronograma pela população;
- A ausência de passagem adequada para ciclistas e pedestres nas pontes é reconhecidamente um fator de alto risco. Por conta disso, deve ser imediatamente apresentado um cronograma para a implantação de passagem nas pontes do Jaguaré, Cidade Universitária, Eusébio Matoso e Cidade Jardim. A ponte da Cidade Universitária deve ser priorizada, sendo construída a adaptação em caráter de urgência.
- Além do eixo Eliseu-Pirajussara, é prioritária a implantação de estrutura cicloviária na Av. Corifeu de Azevedo Marques, Av. Valdemar Ferreira, Av. Afrânio Peixoto, Av. Lineu de Paula Machado (calçada lateral ao Jóquei Club), Av. Jorge João Saad, Av. Jules Rimet (com ligação a Paraisópolis). Em vias locais (de menor tráfego), devem ser implantadas ciclorrotas (trânsito compartilhado), com redução dos limites de velocidade para 30Km/h onde o limite for superior e medidas de acalmamento de tráfego.
- O uso de canteiros centrais para implantação de ciclovias não é a única nem necessariamente a melhor opção de estrutura cicloviária. Ele deve ser exceção, quando não há como implantar ciclofaixas (via para bicicleta pintada nas pistas de rolamento), ou até ciclovias nos bordos da pista ou lindeiras às calçadas.
- A infraestrutura implantada deve considerar a diretriz estabelecida em lei e garantir a priorização do modal não motorizado em relação aos motorizados. Eventuais cruzamentos entre a ciclovia e a pista de veículos motorizados devem ser elevados e sinalizados de forma a garantir a preferência de quem usa a bicicleta. Os acessos à ciclovia devem garantir o conforto e a segurança dos ciclistas, estando localizados em intervalos regulares e bem sinalizados.
- A Prefeitura do Município deve buscar o diálogo e a colaboração com a Prefeitura do Campus da Universidade de São Paulo (USP) do Butantã, para que sejam implantadas vias de bicicleta, integrando o campus à cidade, como já foi sugerido em projeto por alunos e professores de diferentes faculdades. À Prefeitura cabe também garantir a ligação segura destas vias internas com o restante da cidade. Ou seja, o município deve ver a USP como um espaço privilegiado para promover o uso da bicicleta como modal de transporte.
- A Prefeitura deve também dialogar com Metrô, CPTM e EMTU para que se garanta:
a) bicicletário na Estação Butantã e na futura Estação Vila Sônia em funcionamento no mesmo horário do Metrô e dimensionado para suportar um número de bicicletas adequado à demanda (hoje inferior, no caso do Butantã);
b) bicicletários nas estações Cidade Universitária, Villa Lobos, Pinheiros e Cidade Jardim, da CPTM, com capacidade adequada à demanda e horários compatíveis com o funcionamento dos trens.
c) a não sobreposição de projetos de órgãos distintos, como o corredor Butantã-Itapevi da EMTU
Além disso, a própria Prefeitura deve implantar paraciclos nas principais centralidades do Butantã.
- Garantir a iluminação da ciclovia, de forma a aumentar a segurança e evitar acidentes.
- Os cruzamentos devem contar com travessias semaforizadas de pedestres e ciclistas, assim como acesso à ciclovia em intervalo não superior a 500 metros, garantindo o conforto e segurança dos modos suaves. Em todas as paradas de ônibus, deve haver travessia de pedestres e ciclistas, além de paraciclos.
- No projeto de ciclovia da Avenida Deputado Jacob Salvador Zveibil, mover a ciclovia do canteiro central para os bordos direitos da sua pista, em suas respectivas mãos de direção, de modo a se integrar melhor com os deslocamentos por bicicleta locais, além de ser uma opção mais segura e facilitar o acesso ao Shopping de um lado e à Avenida Eliseu de Almeida do outro.
- Analisar como fazer a ligação com ciclorrota que se inicia na Rua Engenheiro Bianor. Essa modificação afasta o ciclista de trechos frequentemente congestionados por carros e ônibus, elimina o complicado compartilhamento de calçada e integra a ciclovia com outras infraestruturas cicloviárias existentes (ciclofaixas e ciclorrotas). É de grande importância não eliminar os espaços de pedestres.
Todos os itens aqui mencionados devem ser transformados num cronograma construído em diálogo com a sociedade civil e suas informações devem ser atualizadas para monitoramento, podendo ser facilmente acessadas pela população interessada, de preferência, disponíveis para consulta online.
A infraestrutura implantada deve considerar a diretriz estabelecida na Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei nº 12.587/12) e garantir a priorização do modal não motorizado em relação aos motorizados
Histórico:
A implantação de uma ciclovia ao longo de toda a Avenida Eliseu de Almeida (incluindo a sua extensão, a Av. Pirajussara) foi anunciada pela primeira vez em 2004, com a realização do Plano Regional Estratégico do Butantã (previsto pela Lei Municipal 13.885), que estabeleceu o ano de 2006 como data para a conclusão da obra. Em 2007 a municipalidade anunciou que a ciclovia seria concluída até 2010.
Em 2012, ao fim de mais uma gestão, o poder público não deu início a viabilização de qualquer infraestrutura básica a fim de fornecer segurança e conforto para o tráfego de bicicletas nessa importante avenida, acessada diariamente por mais de 600 ciclistas, em condições extremamente precárias e com trânsito intenso de automóveis.
A morte do ciclista Lauro Neri, em abril de 2012, expôs a incapacidade da Prefeitura em proteger os ciclistas que circulam naquela região. Alguns meses depois, o ciclista Nemésio Trindade morria na Av. Francisco Morato, dois quarteirões de onde deveria estar a ciclovia, evidenciando mais uma vez os resultados do total descaso dos gestores públicos municipais.
A inexistência de uma estrutura cicloviária que ligue os bairros ao centro e aos principais modais de transporte público ignora um importante conjunto de leis: a Lei Municipal nº 14.933/2009, a Lei Municipal nº 14.266/2007 e a Lei Federal nº 12.587/2012."

Você cuidando da sua Magrela.

Muitas pessoas não entendem muito sobre como fazer a manutenção da sua magrela, o projeto mão na roda ajuda gratuitamente os ciclistas a concertarem em casa com o auxilio de ferramentas básicas, evitando assim os gastos desnecessários nas bicicletárias, que em muitos lugares cobram o olho da cara pra apertar uma coisinha, e fala que o problema é maior e enfim, já fui em algumas reuniões e o tratamento é ótimo, são ensinadas diversas coisas desde o mais simples ao mais "complicado".

A oficina funciona: 
- Todo sábado, das 10:00hrs às 14:00hrs no CCJ ( Centro Cultural da Juventude - Av. Deputado Emílio Carlos, 3.641. Vila Nova Cachoeirinha. Zona Norte. São Paulo/SP.02720-200. (ao lado do terminal Cachoeirinha).

- Toda quinta-feira, das 19:00hrs às 22h30hrs, no Espaço Contraponto (r. Medeiros de Albuquerque, 55 – Vila. Madalena).

Melhorando o dia-a-dia em SP

Em cidades como São paulo existem muitas subidas, no link abaixo vão algumas dicas de como ter um melhor desempenho nas inúmeras subidas que temos que enfrentar no dia-a-dia.

Clique aqui para ver o video.

Ciclista? Só aos finais de semana.

  Uma cidade como São Paulo, onde o transito e a desigualdade social existem em excesso, onde o carro e o consumismo fala mais alto, uma solução simples e saudável seria dar preferencia para a bicicleta, para os ciclistas, alem é claro de melhorar o transporte coletivo, mas na real, pensando na nossa cultura, onde o mais fácil é o melhor, será que apenas fazendo ciclofaixas 24 hrs seria o suficiente? eu arriscaria dizer que sim, isso estimularia o ciclismo na cidade, "ESTIMULAR", não estou dizendo que todos iriam aderir ao ciclismo, que é uma pratica saudável e principalmente sustentável, mas daria essa opção para o cidadão paulista, O que é mais barato para o bolso no paulista ?  comprar um carro e pagar uma gasolina caríssima? pagar um valor absurdo no transporte e andar como um boi é transportado para um matadouro ? ou comprar uma bicicleta?  São paulo pode não ser uma cidade totalmente plana, longe disso, temos morros e mais morros, porem em contraponto tudo que sobe, desce. 
  Aqui você vai encontrar apoio,  compartilhar problemas que os ciclistas encontram e participar de movimentos para melhorar a vida ciclística em sp, coisas como pontos seguros para guardar as bicicletas, melhores caminhos, dicas de bicicletárias com baixo custo, dicas de como pedalar com segurança e Etc. Esse não é um blog particular e sim uma pagina publica, sinta-se a vontade para dar dicas de postagens e trazer coisas que acrescentem algo no nosso dia-a-dia.

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